sexta-feira, 27 de maio de 2016

METODO TECCH


Importante colocar que não conseguiremos levar toda a ambientação TEACCH para o ensino comum. Não dá pra levarmos a escola especial para dentro da escola comum. No ensino comum, o que levamos é a pessoae os princípios de um ensino estruturado. E como a criança com autismo apresenta as necessidades educacionais próprias, irá precisar de apoio paralelo no contra turno - seja na escola especial, seja na própria escola ou instituição que faça esse apoio.
São nestes momentos que o TEACCH entra comtoda a sua estrutura. Para estimular as habilidades que as crianças precisarão para dar conta da escola.
Lá dentro do ensino comum, o que levamos do TEACCH é a agenda, a organização, a estrutura das atividades e todos os ajustes que nos orientam as adequações curriculares a depender de cada pessoa com autismo.
Para começar um programa destes, antes é preciso conhecer o autismo. A partir do momento que conhecemos, entendemos as reais necessidades dele, e daí, não tem por onde escapar.
 Para o aluno com autismo que está em uma sala comum, não se deve – e não há por que – criar um novo currículo: o papel da escola é oferecer ao aluno as condições necessárias para cumprir o currículo comum, isto é, fazer os ajustes necessários para tornar o currículo adequado. Para atender e responder efetivamente às necessidades dos alunos no seu processo de aprender e construir conhecimentos, faz-se necessário modificar os procedimentos de ensino, tanto introduzindo atividades alternativas às previstas, como introduzindo atividades complementares, por meio das  adequações curriculares. São “ajustes” realizados no currículo, para que ele se torne apropriado ao acolhimento da diversidade do alunado, ou seja, para que seja um currículo verdadeiramente inclusivo.
Para complementar gostaria de colocar que...
Os ajustes curriculares são ferramentas que dispomos para trazer o currículo para mais perto do aluno. Muitas vezes, não temos que mexer muito na estrutura, pois o material já pode ser bem elaborado. Mas na grande maioria das vezes (principalmente no ensino fundamental), a estrutura tem que começar a aparecer pois o desnivelamento entre o que a criança mostra em termos das expectativas acadêmicas e a faixa etária/seriação passa a ser maior. Desta forma, quando diz que a escola tem que querer, senão, fica no mesmo discurso de que "ele não acompanha o ritmo da sala". Mas tem que querer o quê?

1. Primeiro, tem que querer aceitar a condição da diferença

2. Segundo, tem que entender que essa diferença se chama autismo

3. Em terceiro lugar, tem que entender que o autismo causa na criança uma forma diferente de aprender

4. Em quarto lugar, entender que aprendendo diferente, materiais e procedimentos didáticos também precisam ser ajustados

5. E em última análise, a escola tem que aceitar que para estes ajustes, existem recursos cientificamente comprovados, como o TEACCH.

Isso não é fácil porque dá trabalho em termos da construção das atividades, exige preparo prévio, antecipação de conteúdos, dedicação antes de entrar na sala, materiais diferentes e mais organização do que um professor já deve ter normalmente. Acho que cabe aqui um pouco da resistência que algumas escolas tem pelo TEACCH. É realmente mais fácil fazer a criança "colar algodão no coelhinho" do que preparar algo que tenha relação com o tema gerador da aula do dia! Isso sem falar no mito da "mecanização" (ja discutido aqui) e que nem merece mais tanta ênfase, pois já sabemos que não é assim.
Você está certa, não só é possível, mas como NECESSÁRIO que os ajustes ocorram, e sabe por quê?
Os principais problemas relacionados a aprendizagem do autista estão relacionados com:
• Dificuldades Organizacionais
• Distração
• Dificuldades para generalizar
• Padrões irregulares de desenvolvimento
Mediante essas dificuldades e como vimos que alunos com autismo aprendem diferente,  isso define o perfil de aprendizagem, exigindo relações entre currículo e material, ou seja, precisam de ADEQUAÇÕES!
 curriculo organizado: é aquele que considera a idade cronológica para inclusão no grupo. Por isso, em qualquer escola (comum ou especial) um jovem de 14 anos não pode ficar com uma criança de 5 anos na mesma sala, pois um está na educação infantil e o outro, no final do ensino fundamental.

- programas escolares para autistas: são programas que tem como meta ENSINAR coisas. E essas coisas dependem das metas. AMPLO DETALHAMENTO E DESCRIÇÃO!

- PPP: um problema para as escolas sabia? Tem escolas que não olham para as adequações e pior ainda, os profissionais da escola (comum ou especial) desconhecem o PPP da sua escola.

- CRIAR CONDIÇÕES AMBIENTAIS E ADEQUAÇÕES: é onde o TEACCH entra. Uso de agendas, sinalizadores, visualizadores, redução de estímulos, visualização das tarefas, concretização dos conceitos, etc.
Sabe o maior problema da inclusão de autistas na rede comum ainda é a cristalização de crenças e concepções, tais como: "O aluno é que tem que se adequar ao currículo". “ Esta escola não é para ele”; "A escola comum está despreparada para receber um aluno autista"; "Adequações e facilitadores irão fazer o aluno ficar “mal acostumado” , entre outras crenças que acabam colocando uma barreira no processo inclusivo. Sabemos que nem todos os alunos irão se beneficiar do ensino comum, mas isso não pode ser encarado como regra. Muitos podem se beneficiar!!!
E uma vez não conhecendo e não oferecendo o material adequado, não considerando os padrões de aprendizagem dessas crianças, não vamos ter sucesso mesmo, e assim, ele irá só para socializar. Temos que mudar essa visão!!!
MAIS UM EXEMPLO

Essa tarefa de nível III (Fonseca, 2008), foi criada, pois já sabíamos que a criança dominava as habilidades de sobreposição, pareamento, figura efundo e análise e síntese. Sabíamos também que ela não sabia ler nem escrever.
E também sabíamos que não seria justa a classe estudar sobre as obras da Tarsila e o nosso autista, não. O que foi feito?

Sistemas de trabalho que transportaram para a estrutura TEACCH as referidas obras. Então, ele participou do tema da semana, dentro do conteúdo da aula de artes, usando os recursos cogninitivos e habilidades que tinha para poder participar do grupo.
Hoje estamos vendo que o TEACCH está bem flexível, e não existe nada "tão padronizado" como antes (isso conseguimos constatar na última vez que estivemos lá).
Mais exemplos...
Esta tarefa abaixo fez parte do conteúdo Ciências quando o grupo estava estudando animais terrestres e aéreos (que voam). Só que o nosso autista, não lê nem escreve. A professora iria ficar esperando ele ler e escrever para que ele mostrasse o que sabe? Já sabiamos que ele emparelhava, que fazia associações visuais e que reconhecia imagens. Pronto. Era o que  precisávamos saber para montarmos uma tarefa de nível III, dentro do sistema escolar, dentro do conteúdo e dentro do TEACCH.
Para revisarmos nossos estudos...gostaria de colocar que...                        
O TEACCH, não robotiza, não mecaniza, não isola a criança, não é um “método dos cartões”, não é sinônimo de PECS e não ignora o diálogo!!!
É um programa psicoeducacional que tem por objetivo organizar a vida da pessoa com autismo nos ambientes e em seu entorno. Não tem função terapêutica pois não pretende fazer um tratamento com fins de eliminar um padrão autístico. É usado como forma de adequação ao estilo de aprendizagem do autista.
As escolas podem ajustar materiais e organizar o currículo com base em alguns princípios de estrutura, sendo que devemos levar em consideração que:
- Qualquer objetivo a ser implantado leva em conta a idade cronológica e seriação escolar.
- O desenvolvimento do trabalho considera relações de motivação entre as atividades e tarefas
- Utiliza pareamento e classificação como habilidades-mestre no ensino de conceitos
- Evita aprendizagem por ensaio e erro (orientação é dada por níveis de ajuda)
- Usa modelamento comportamental
- Estabelece rotinas que podem ser flexíveis
- Usa preferencialmente a modalidade visual
- A linguagem precisa ser concisa e objetiva
- Evita estímulos desnecessários que centram a atenção no que é irrelevante
- Prefere o ensino em contextos mais próximos dos naturais
- Fornece ao aluno a ajuda necessária para a execução da tarefa
- Informa antecipadamente: dar um sentido para a atividade que estão a fazer.
- Faz uso de uma rotina com base na estruturação espacial do tempo
- Ensina as relações entre antes, depois e fim, potencializando a questão do ACABOU.
- Faz uma lógica entre os períodos de tempo indicados nas agendas
- Favorece a generalização oferecendo tarefas variadas com o mesmo objetivo
TEACCH não é um lugar, um espaço físico, nenhuma escola vai abrir uma “SALA TEACCH”. As técnicas do ensino estruturado não precisam ser restritas a salas próprias/individualizadas pois não são TERAPIA. Os procedimentos e a filosofia de trabalho podem ser levados para qualquer ambiente.
Conhecer os princípios é importante para os ajustes, para a seleção de materiais e organização visual de tarefas!
Uma situação que deixa claro para nós a importância da adequação curricular,  é quando consideramos que autistas podem ter déficits psicomotores associados. Por isso podem ter caligrafia ruim, letras grandes, dificuldade em respeitar o campo gráfico (pautas, linhas, parágrafos), problemas para o aprendizado da letra cursiva, dificuldades para recortar e colar.
Sendo assim, recursos como uso da letra bastão, letras móveis, uso do computador, marcadores como linhas aumentadas, lápis adaptados, uso da cola bastão, papel maior e mais espesso, são importantes.
 O TEACCH é um programa psicoeducacional e não foi criado para ser usado em clinicas, mas sim, em escolas, apoiando o curriculo escolar. Mas isso nao significa que você não possa ter o ambiente em seu consultório, indicando a agenda, quais as atividades você vai fazer, mostrar começo, meio e fim, apresentar atividades estruturadas. O mais importante, complementando, é a questão do trabalho em equipe. Se você ficar isolada em sua sala sem ter contato com os demais profissionais que também atuam com a criança, presa no modelo especialista, não vai dar certo! O TEACCH trabalha no modelo generalista, de forma transdisciplinar, com um mesmo planejamento elaborado junto com o grupo, sem perder de vista o ensino e a estimulação das habilidades levantadas em uma avaliação. Assim, temos exemplos de sucesso. Caso contrário, fica segmentado e a criança nao evolui. Sabendo usar os conceitos do TEACCH, você pode aplica-los em todos os lugares, pois TEACCH é uma forma de entender o autismo.
Quanto as orientações, sim é possível, aplicar e orientar os profissionais envolvidos, o que não pode é dar palestras, cursos, capacitações, para isso são necessárias as capacitações na Universidade da Carolina do Norte, no centro TEACCH.

Observação

OBSERVAÇÃO DO(A) ESTUDANTE SURDO(A) NA ESCOLA
A observação aconteceu em uma escola Estadual/MG. Nesta escola a inclusão está muito distante dos muros da escola. Percebe-se que ele ate tentam, mas sem muito retorno.
 A observação foi realizada por mim Conceição Ferreira Leite, estudante do pólo da cidade de Ipatinga/MG, turma 11. Fiz a observação de um aluno de 08 anos, que estavam participando de uma atividade, acompanhado de seus alunos do turno regular e em seguida uma aula de Educação Física no pátio da escola, ofertada por um professor da área o qual estava conseguindo fazer a interação do aluno com os seus colegas de classe, estavam jogando bola e o aluno participava com muita naturalidade e competindo de igual para igual com seus colegas.
Percebe-se que este aluno é tem acesso ao currículo normalmente no ensino regular, sem nenhuma alteração, para a sua deficiência, todas as atividades que lhe são impostas são iguais às dos seus colegas, sendo que o mesmo não consegue em momento algum acompanhar a sua turma por ser um educando surdo, quando seus colegas estão desenvolvendo as atividades propostas o mesmo fica alheio e não tendo o que fazer acaba atrapalhando a sua turma em geral, situação esta que acaba deixando a professora se sentindo sem condições de ajudá-lo.
No período  da observação um momento muito importante que vivenciei foi um momento em que os alunos estavam participando dos jogos do PACTO, são vários jogos voltados para a alfabetização. Neste momento percebi que aconteceu a interação do aluno Lucas com seus colegas e que a sua professora ficou bem mais tranquila diante da situação vivenciada. Todos participaram desta intervenção pedagógica.  Lucas demonstrou muito interesse por esta intervenção e percebe-se que mesmo sendo surdo ele acaba dominando os seus colegas, levando-os a participar do jogo que ele mais gosta.
Em se tratando dos aspectos afetivos, da interação entre os colegas percebe-se que Lucas consegue interagir com todos os seus colegas e fazer a comunicação entre eles de sua maneira, mas o que tive a oportunidade de ver é que ele é bem-aceito dentro de suas limitações e mesmo com dificuldades os colegas conseguem interagir com ele através de gestos (muito interessante, os gestos foram criados por eles, bem diferentes do estou acostumada a ver). Os colegas de Lucas estão acostumados com sua NEE e olham para ele como um aluno sem diferenças, todos respeitam a sua limitação sem preconceito.
A professora demonstrou muitas dificuldades na elaboração de atividades diferenciadas que venham contribuir com a necessidade de seu aluno, pois a mesma acredita ser incapaz de conseguir fazer a diferença no processo ensino aprendizagem do educando, percebi que isto incomoda muito ela, mas no primeiro momento percebi que ela não era adepta a mudanças, estava acostumada com a mesmice e que não queria experimentar o novo.
Encontrei dificuldades para desenvolver esta observação, diante da rejeição da professora e ate mesmo da escola, visto que ambas tem medo de serem expostas, acreditam que este aluno atrapalha muito os seus colegas de classe e que o mesmo deveria frequentar as atividades da APAE, mas sua família não apóia e não se dispõe para levá-lo, sendo que para participar das atividades da APAE o educando precisa ser acompanhado por um membro da família.

O estudante observado participa das atividades do ensino regular da referida escola e acredito que ele se sente excluído, diante da situação em que se encontra, consegui conversar um pouco com o mesmo e senti esta inquietação por parte dele. O mesmo alegou não gostar de estudar, preferir ficar em casa assistindo televisão. Também tive a oportunidade de conversar com a professora que se mostrou  insatisfeita com sua atuação diante do aluno, mas alega o tempo todo que não sabe e nem tem formação para trabalhar com este aluno. Mas ao final da observação percebi que diante de tantos obstáculos, consegui chamar atenção da professora para o processo de inclusão. A mesma acredita na inclusão, mas também desconhece, encontrando dificuldades, mesmo sendo educadora a muitos anos, tem medo de falhar, sabendo mais sobre este caso e percebi que ela acredita que desconhecendo este processo é mais difícil, ser observada e cobrada por não fazer a inclusão acontecer no contexto escolar o qual esta inserida.   

Projeto: Educação inclusiva

Tema: linhas assanhadas e seus desafios.
Publico alvo: Educandos da Sala de Recursos Multifuncionais
Área de conhecimento: Desenvolvimento cognitivo
Duração: 3 semanas
Responsável: Professora Conceição Ferreira Leite

JUSTIFICATIVA:
A geometria é um estudo matemática no qual linhas, formas e construções são completadas. Construções são os métodos através dos quais as linhas e formas são formadas em estudos geométricos. Dentre os tipos de construções em geometria, há também as linhas assanhadas. Essas são as linhas que possuem a mesma direção e que nunca se cruzam.

OBJETIVO GERAL:
Trabalhar com a linha assanhada diversas figuras demonstrando sua criatividade e desenvolvendo a coordenação motora dos alunos que frequentam as salas de recursos.

OBJETIVOS ESPECIFICOS:
Compreender que alinha é um elemento fundamental na construção de vários desenhos e figuras geométricas;
Trabalhar com a linguagem artística que pode utilizar além da linha, o plano, a luz, a sombra e a sua composição;
Reconhecer quais são as características que os alunos percebem nas linhas;
Identificar como as linhas parecem dispostas onde conseguimos percebê-las;

RECURSOS QUE SERÃO UTILIZADOS:
Papel sulfite, giz de cera, linhas varias cores, cola, lápis, canetinha, cartolina.

AREAS DE CONHECIMENTO:
Matemática, Português, Linguagem Visual e coordenação motora.

METODOLOGIA:
Atividade pratica; Você já pensou o que é uma linha no desenho? Já se detiveram em olhar um novelo de lã, os fios de luz nos postes nas cidades, os fios de seu cabelo? Você percebeu que estas formas podem ser representadas através de linhas compostas de diferentes maneiras?
Escolha um objeto em que se evidencia a linha, cordão, grade, fio elétrico, macarrão etc. Após a escolha do objeto, faça a primeira tarefa. Desenho cego. Você vai desenhar a linha escolhida sobre a folha, olhando exclusivamente para o objeto, sem olhar para a folha enquanto desenha. O desenho será feito com apenas uma linha, ou seja, você vai iniciar o desenho com o lápis da folha antes de concluir o desenho pelo menos 4 vezes. (Música-Paciência - Lenine).

CARACTERISTICAS DA LINHA:
A linha pode ser representada por um lápis, linha colorida ou barbante em papel, pode ser fina, media ou mesmo grossa. Ela pode variar de espessura. Podemos observar a nossa volta que existem objetos que podem ser representados por linhas muito finas, se comparadas a outros que a linha grossa.
Por exemplo, existem diferentes canos para tubulação de água: os de torneira são delgados comparados aqueles canos que passam no subsolo de nossas casas.
Nos primeiros conceitos relacionados à Geometria devemos enfatizar as formas originais e básicas e os Matemáticos responsáveis por tais estudos, Tales, Pitágoras, Platão, Heron, Euler, entre outros.
Finalizado o estudo básico, devemos “sair” da sala de aula e estudar as construções existentes, os traços geométricos, a perfeição das formas, a proporção áurea existente nas artes e construções. (Por Marcos Noé - Graduado em Matemática - Equipe Brasil Escola)
Assim podemos diferenciar a linha através da espessura, contraste, movimento e outras maneiras vivenciadas em nosso dia a dia.

AVALIAÇÃO:
A avaliação desta oficina será continua e paralela de acordo com o desenvolvimento das atividades feita pelos alunos e também através de murais e do álbum seriado contando a historia da linha assanhada.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
VAN GOGH janela gradeada – 1889
TERESA POESTERG – Grades jardins – 2002
NOÉ MARCOS - Graduado em Matemática - Equipe Brasil Escola

Modelo parecer descritivo

MODELO  1

O aluno demonstra interesse na realização das atividades sendo muito solicito. Se expressa de forma clara e argumentada, interagindo com o grupo e com a professora. Em algumas ocasiões é necessário que a professora relembre alguns combinados feitos anteriormente, pois dispersa-se facilmente em brincadeiras na hora das explicações das tarefas.
Demonstra ser uma criança criativa, afetiva e alegre. Bastante curioso e sempre faz perguntas sobre a rotina da aula.
Gosta muito da hora do brinquedo livre, onde envolve-se em diversas brincadeiras com seus colegas demostrando muita imaginação. Gosta também dos jogos de encaixe , montar e massinha de modelar. Brinca com todos os coleguinhas, sabendo dividir os brinquedos e os materiais.
Demonstra perceber a importância de uma alimentação saudável e reconhece a necessidade dos hábitos de higiene como lavar as mãos e escovar os dentes para a manutenção e preservação da saúde.
Age de forma independente, executando ações simples do cotidiano e requisitando ajuda quando necessário.
Na rodinha gosta de ouvir histórias e cantar músicas, contribuindo com boas opiniões para o que está sendo estudado e esperando sua vez para falar.
Reconhece cores primárias, figuras geométricas, e sua figura humana está em processo de construção.
Demonstra boa coordenação motora e equilíbrio nas atividades dirigidas realizadas e gosta de explorar todos os brinquedos da pracinha.
Tem um bom relacionamento com os coleguinhas e com a professora conseguindo resolver seus conflitos através de palavras ou sob a mediação da professora.


MODELO 2

Tem um bom relacionamento com os coleguinhas e com a professora conseguindo resolver seus conflitos através de palavras ou sob a mediação da professora.
Realiza todas as atividades com interesse, gosta de questionar sobre o que estamos estudando e colaborar na hora da rodinha esperando sua vez de falar.
Demonstra carinho e atenção para com os colegas e professora, ajudando sempre que solicitada.
Seus desenhos são coloridos, a figura humana é definida, já sabe escrever o nome e reconhecer alguns números, fazendo relação número/quantidade. Demonstra uma memória bastante desenvolvida , relembrando histórias e fatos ocorridos na sala de aula.

Evidencia desenvoltura ao realizar as atividades relacionadas a motricidade ampla e gosta muito da pracinha .

MODELO DE PARECER DESCRITIVO

ALUNO(A):_______________________________________

  Durante o segundo semestre, o aluno(a) deu continuidade a seu ótimo desenvolvimento. Chega à escola contando as novidades, demonstra um bom entrosamento com todos e consegue estabelecer relações ora dominantes, ora dependentes, participando das brincadeiras com todos os colegas e interagindo com facilidade com o grupo.
Nos momentos de conflitos, que normalmente acontecem por disputa de brinquedos chama as educadoras para auxiliar, dificilmente acontece fatos dela bater nos colegas e quando acontece logo é estimulada a refletir sobre sua atitude, pedir desculpas e voltar a brincar com o colega.

  É caprichoso(a) com seus materiais e procura deixá-los organizados, vem manifestando constante desejo pela descoberta de palavras, tanto pela leitura, quanto pela escrita das mesmas, já reconhece e nomeia as letras do alfabeto e as identifica nas palavras associando som e letras com grande facilidade evidenciando boa construção no processo de alfabetização e letramento.
Sua linguagem está em pleno desenvolvimento, está ampliando seu vocabulário e sua fala e fluente e clara. Conversa bem com os colegas, conta histórias, adora cantar.
Possui um bom raciocínio lógico matemático, classificando, seriando e ordenando objetos com base na observação dos seus atributos como cor, forma, tamanho e espessura.
  Demonstra boa coordenação motora fina, o que reflete no uso da tesoura , principalmente, nas suas pinturas. Procura pintar respeitando os limites e contornos dos desenhos. Já os seus desenhos possuem uma riqueza de detalhes, onde ela busca aproximá-los da realidade.
No pátio explora todos os brinquedos, mas sua brincadeira preferida ainda é com a bonecas. Sua motricidade ampla está bem desenvolvida, corre, pula, alterna as pernas, sobe pequenos obstáculos sem problemas. Chuta a bola com os dois pés, pega a bola quando a mesma é jogada para ela.

  Durante as refeições, alimenta-se bem e experimenta novos sabores. Demonstra destreza e autonomia ao manusear os talheres.

  Destaca-se por sua dedicação, envolvimento e capricho em tudo o que faz, durante nossos projetos gosta de dar opiniões, enriquecendo com isso, nossas rodinhas de conversas sempre com muita atenção para executar as atividades propostas.  Quanto mais ricos forem os desafios proporcionados ao aluno(a) maiores serão suas descobertas, suas aprendizagens, o fascínio pelo mundo que está ao seu redor, favorecendo, assim, o prazer e a felicidade de aprender a aprender, aprender a viver junto, aprender a ser, aprender a conhecer.

  Sua dedicação e empenho nesta trajetória ampliaram seus conhecimentos e contribuíram para o seu aprendizado.
Aluno(a), foi muito bom acompanhar seu desenvolvimento.
Com carinho,

PROFESSORA ______________.
OFICINA:comunicação alternativa
TEMA: Promovendo acessibilidade e participação do estudante com paralisia cerebral na escola.
OBJETIVOS:
Objetivo geral:
Ampliar as de habilidades de comunicação alternativa de estudantes com paralisia cerebral no contexto escolar.
Objetivosespecíficos:
·         Promover a comunicação alternativa a pessoas com dificuldades na fala ou na escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever;
·         Valorizar a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala;
·         Demonstrar que os gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos;
METODOLOGIA:
Esta oficina tem o objetivo de ampliar ainda mais o repertório comunicativo que envolve habilidades de expressão e compreensão de estudantes com paralisia cerebral, promovendo a acessibilidade e participação dos mesmos através da comunicação alternativa.           
A inclusão apenas poderá ocorrer a partir do momento em que a escola passar por uma reestruturação, ou seja, quando ela estiver voltada para a comunidade, for uma escola de vanguarda, dar a oportunidade de um bom desempenho aos alunos, incentivar a colaboração e a cooperação, quando for capaz de oferecer ambientes educacionais flexíveis.  (MRECH apud TESSARO, 2005, p. 48).
Neste sentido serão organizados e construídos auxílios externos como cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador que, por meio de software específico, pode tornar-se uma ferramenta poderosa de voz e comunicação. Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada e levam em consideração várias características que atendem às necessidades deste usuário com necessidades especiais, (paralisia cerebral).
Ferreira (2005, p.65) cita que “a inclusão escolar é justamente garantir o acesso e a permanência do aluno na escola, seguida do mais pleno desenvolvimento escolar de todos os alunos, em um espaço de relações educacionais que valorize a diversidade como riqueza humana e cultural”.
Observa-se, assim, que é neste contexto da Educação Inclusiva que a escola cumpre o seu papel social, promovendo ações que estimulam o respeito à diversidade, através da comunicação alternativa, construindo um espaço onde todos possam conviver, usufruindo, assim, dos mesmos direitos.

RECURSOS MATERIAIS:
·         Pranchas confeccionadas no site ARASSAC, de acordo com a necessidade de cada aluno;
·         Papeis coloridos, cola, tesoura adaptada, massinha de modelar.
·         Computador   por meio de software específico (Tecnologia assistiva);
·         Cartões de comunicação alternativa;
RECURSOS HUMANOS:
·         Professores das salas de recursos multifuncionais;
·         Professores do ensino regular;
·         Equipe diretiva da Instituição de ensino;
·         Monitores (estagiários que acompanham algumas crianças com NEE);
·         Professor laboratório de informática;
AVALIAÇÃO:
Esta oficina foi organizada para mostrar que a comunicação é considerada alternativa quando o indivíduo não apresenta outra forma de comunicação, e considerada ampliada quando o indivíduo possui alguma comunicação.
Ao final desta oficina, ficou bem definido que através das pranchas com diversosmeios de comunicação, das atividades desenvolvidas através da tecnologia assistiva, somos capazes de conseguir resultados significativos, no trabalho desenvolvido com crianças com paralisia cerebral, no contexto escolar.
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS:
TESSARO, Nilza Sanches. Inclusão escolar: Concepções de professores e alunos da Educação Regular e Especial. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2005.
FERREIRA. A inclusão escolar é justamente garantir o acesso e a permanência do aluno na escola, 2005, p.65


terça-feira, 3 de maio de 2016

Jogos e Brinquedos com Material Reciclados


Esses brinquedos foram feitos com materiais reciclados
pelo prof. Ricardo Castro,
prof. de Educação Física.

As imagens foram divulgadas
no grupo Criações em E.V.A. do Facebook
e eu pedi permissão para
estar compartilhando as ideias aqui no Blog.

Olhem só que ideias fantásticas!!!

Mesa de Basquete


A parte dos garrafões da quadra de basquete é mais alta do que o centro,
para a bolinha de gude escorregar pela rampa
e subir no outro lado,
e cair no cesto.


Mesa de Sinuca



Soprobol

A criança deve direcionar a bolinha assoprando
para fazer o gol.
Uma ótima atividade fono-articulatória!


Mesa de Pebolim



Dominó

Dominó feito com caixa de leite.


Vários outros brinquedos

E com material reciclado,
o prof. Ricardo fez diversos brinquedos:
pé-de-lata; vai e vem; pião;
io-iô; peteca; bilboque; estilingue...


Casa

Olha a perfeição 
e a atenção aos detalhes!!!
É uma ótima opção para ensinar
as atividades de vida diária
às nossas crianças autistas!!!







Trilha  // Tabuleiro de Chão




Trabalhos simplesmente maravilhosos!!!!
Feitos todos com materiais reciclados.
Parabéns prof. Ricardo Castro!
E muito obrigada por permitir compartilhar no Blog!!!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Acerte o alvo...


Fez esse material para o João Vitor brincar...
Inicialmente, deveria ser um dinossauro,
mas não ficou nada parecido...
Então vamos lá....
Acerte o monstrinho então... rsrsrsrs

É uma brincadeira que trabalha a concentração,
a atenção, a psicomotricidade,
coordenação motora ampla, etc...

Como brincar?

Para tanto a pessoa deve acertar
a bola dentro da boca do monstrinho,
utilizando uma colher de pau...
Se desejar, pode brincar sem a colher de pau
e o objetivo é acertar a boca do bichano 
arremessando as bolas com as mãos...

Como fazer?

1 - Numa caixa de papelão, 
desenhei na parte debaixo da caixa
a boca contornando uma tampa.
Recortei usando faca para dar o primeiro corte,
mas depois usei tesoura.

2 - Pintei com tinta guache mesmo...
Nas extremidades, usei o verde escuro
Na parte interna, mais no centro,
pintei com verde claro 
e deixei secar.
Depois de seco, entre as cores verdes,
fiz uns rabiscos com pincel e tinta branca
e, ainda molhada a tinta,
fiz o mesmo com a tinta guache azul...

3 - Desenhei numa folha A4
os olhos dos monstrinho,
recortei-os e colei-os com cola branca...

4 - Para os dentes, cortei vários triângulos
 de papel A4 e fui colando, um a um,
no monstrinho...

5 - Para os demais acabamentos
(silhueta e os olhos do monstro, bordas, etc),
usei tinta guache preta.

Deixei secar
e quando o João Vitor voltou da escola,
já estava pronto para brincar...



terça-feira, 7 de outubro de 2014

Boneco e Cachorrinho feito com balões...


Essa ideia foi tirada de um vídeo no Youtube da Gabi Castro
(clique no nome para assistir o vídeo),
e foi uma sugestão encontrada no face da minha querida amiga Amália.

Para tanto foram usados: 
balões,
um garrafa pet, 
uma garrafa Pet cortada ao meio (para servir de funil),
amido de milho (pode usar também trigo ou qualquer outra farinha),
um copo para servir de medidor,
lã para o cabelo,
marcador permanente para fazer os traços da boca,
olhinhos (que também podem ser feitos com papel),
cola instantânea (eu usei cola comum mesmo,
mas o problema é que leva um tempinho para secar)...

Dá um trabalhinho,
mas vale muito a pena....

A Gabi começa pelo cabelo,
enrolando a lã num papelão ou madeira,
mas eu enrolei na mão mesmo...
Retirei da mão, amarrei no meio
e cortei nas extremidades (nas voltas)
para formar um pompom 

Depois é necessário medir a quantidade no amido no copo
e transferi-lo para a garrafa pet
 utilizando a outra garrafa cortada ao meio
como funil - 
-  e diga-se de passagem: amei essa ideia!!!!

Depois deve-se colocar a abertura do balão
na boca da garrafa
e apertar a garrafa para empurrar o amido de milho para o balão...
Minha estratégia foi encher um pouquinho o balão,
gira-lo para impedir a saída de ar,
para então colocar o balão na boca da garrafa...

Com calma, deve-se permitir a saída do ar do balão...
Cuidado, que o amido de milho pode querer sair como um vulcão (rsrsrs)
e faça o nó no balão...

Feito isso, é só montar o boneco conforme sua preferencia...
Para o nariz e as orelhas, selecionei uma porção do balão,
dei algumas voltas em torno de si e fiz um nó com lã,
mas você por usar elásticos sem problemas...

Como comentei, eu usei cola escolar para colar os olhinhos
- a desvantagem é ter de esperar algum tempo para secar -,
mas se você tiver, opte pela cola instantânea (Super Bonder)
A boca foi feita com marcador permanente...

Montei o boneco usando balões e amido de milho
e segui o mesmo princípio para fazer o cachorrinho...
A diferença é que coloquei bem menos amido,
o que deixou aquela parte mais saliente para o focinho...
e as orelhas foram feitas com dois balões preenchidos com amido...
O nariz foi feito com marcador permanente
e os olhos colados com cola branca..

O João Vitor ficou super feliz...
E logo que olhou,
disse "João Vitor e Lupy"
(Lupy é o nome do nosso cachorrinho)
Super fofu!!!!



sábado, 16 de agosto de 2014

Três atividades feitas com a Caixa de Números...

Bom, o João Vitor tem dificuldade na leitura de alguns números..
Então preparei essa atividade...

Para tanto, pintei com tinta guache mesmo
uma caixa de leite
e colei usando cola quente tampinhas...
Em cada tampinha, colei - é colado mesmo com cola branca para reforçar,
porque adesivos se soltam e a criança pode se frustrar com isso -
adesivos com números...
mas você pode escrever usando marcador permanente
ou ainda imprimir num papel A4, recortar e colar os números,
ou se desejar pode substituir o número por letras...

E na atividade, usei bolas de isopor numeradas...
Na ausência de bola de isopor,
use papel amassado para formas bolinhas...
O resultado final é o mesmo,
só não esqueça de numerá-las...

E com esse realizamos três atividades

1 - Bingo dos números


Parece ser uma atividade muito legal,
na qual sortearíamos os números,
e o João Vitor iria relacioná-lo a tampinha correspondente,
exceto por um simples detalhe:
o João Vitor tem regras fixas com a ordem dos números,
e ele não admitiu que o 30 viesse ou fosse sorteado antes do 10... 

Não tem problema:
então propus o simples pareamento,
atividade n. 02.

2 - Pareamento dos números

Com o mesmo material,
o João Vitor buscava a ordem certa do número
e depois realizava o pareamento..

Não é mais um sorteio,
e sim a busca do número subsequente
entre todas as bolas..
Depois do 10, vem o 20; depois, o 30
e assim sucessivamente....

Enquanto buscávamos, eu ia nomeando cada bola...
E o objetivo que era o reconhecimento 
ou a leitura correta dos número também foi alcançada...
Beleza!

3 - Acerte o número

É o mesmo material,
só que coloquei-no sofá
e a proposta é lançar a bola na tampinha
- como ele muitas vezes lança forte,
a bola pegava no sofá, e 
depois era lançada para a caixa. 


Então realizamos uma competição...
Ele lançava uma vez e depois, eu lançava outra vez
Os números passaram a ser as pontuações...
A bolinha que caísse na tampinha com maior número -
- portanto, com uma maior pontuação - 
ganhava a partida...
Se a bola não caísse em nenhuma bolinha,
a pontuação é zero.


Foi muito, muito divertido!!!!!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Leão feito com pompons

Muitas vezes, com os materiais que temos em casa
podemos confeccionar brinquedos
que podem ser utilizados numa brincadeira simbólica...

Para o João Vitor, fiz esse leão com pratos descartáveis,
pompons de lã

Para fazer os pompons,
dei uma vinte voltas com a lã 
nos dedos indicadores em polegar,
e amarrei no meio com uma tirinha lã
e cortei as extremidades...

Super simples de fazer
e ficou bem legal...

Essa é uma atividade simbólica,
que funciona como um pega-pega...
Um é o leão e o outro é a presa...
O leão corre atrás da presa,
 e quando consegue tocar na pessoa,
inverte-se os papeis e 
essa pessoa passa a ser o leão...



quinta-feira, 17 de julho de 2014

Corrida das cores no tabuleiro feito de caixa de ovo


Eu tirei essa ideia da página do face 
e fiz para o João Vitor
para brincarmos...

Essa é uma atividade semelhante a Corrida das Cores,
na qual você lança um dado,
e a tampinha com a cor correspondente
passa uma casinha a frente...
Ganha quem completar o percurso primeiro...

Se você não tiver um dado com as faces coloridas,
não tem problema:
você pode recortar quadrados de EVA ou mesmo papel
nas cores das tampinhas e vai sorteando...
A tampinha da cor sorteada passa para casinha a frente...

E podemos ainda reforçar as noções matemáticas, 
como  quem é o primeiro ou segundo jogador,
quantas casas andou,
quantas faltam para chegar 
e assim por diante


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Jogo da memória das vogais com tampinhas

Ontem foi o dia de se divertir com o Jogo da Memória das vogais
feito com adesivos e tampinhas...

E o gostoso é brincar junto, alternando os participantes,
uma vez eu outra vez ele....
Além de reforçar o conhecimento das vogais,
esse brinquedo possibilitar exercer a paciência, esperar a sua vez para jogar...

Foi muito bom!!!!
Amei!!!!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Pareando cores com carrinhos...

Já fiz muitas pistas para o João Vitor
E essa fiz com o objetivo de relacionar 
o lugar do estacionamento a cor do carrinho...


A pista foi feita com um pedaço de EVA,
mas é possível faze-la num pedaço de pelão e colorir com tinta preta - 
também já fiz muitas pistas assim
e também fica muito legal!!!
E claro... daí é só brincar...
Nessa fotinho acima, o João Vitor está brincando de apostar corrida com os carrinhos
e depois que terminou, os carrinhos voltam ao seu lugar...


Vi numa postagem no Face e não me recordo de onde...
E gostei tanto que fiz para o João Vitor...
Assim que encontrar, atualizo esse post com o link...







Quebra-cabeça de Girafa feito com Palitos de Picolés...

Ainda trabalhando com o tema Girafa
- até porque ele falava nesse bichinhos -,
montamos um Quebra Cabeça com Palito de Picolés...

Primeiro, enfileirei os palitos,
passei Fita Crepe para impedir que eles desaparelhassem
e pintei com tinta guache...
Depois de seco, 
realizamos o carimbo da mão do João Vitor
e fizemos a manchinha com cotonetes...

Depois de seco,
contornei o desenho
e coloquei a sequencia das letras do alfabeto
para facilitar a montagem..
Depois foi só desmontar 
e pedir para o João Vitor montar... 

Mais uma ideia super legal
retirada da Net
e, claro, com um toque especial do João Vitor...





sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

E olha o labirinto feito com material reciclado

Fiz alguns labirintos para o João Vitor
e gostaria de compartilhá-los com vocês...

Nos dois primeiros usei palitos de picolés
e uma miçanga azul para ser a bolinha...


Nesse daqui, eu usei filetes de esponja pintados na cor amarela......


Por mais simples que sejam esses materiais,
eles trabalham com a percepção visual, coordenação motora...
O João Vitor amou!!!
E valeu todo esforço para fazer esse brinquedo!!!!



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Servidos? Montando lanches feitos de esponja


Servidos? 
Pão, carne, ovos, calabresa, batata frita... 
tudinho feito em ESPUMA!!!!! 

Tudo muito simples... 
cortado em círculos ou em retângulos
 e pintados com tinta guache...


Como é um material que demora fazer, 
o João Vitor não teve paciência para acompanhar e participar das atividades
Mas não tem problema...
O objetivo é vê-lo manusear os materiais nas brincadeiras
e montar os lanches...


Ele não come nada disso,
mas foi muito interessante ve-lo brincar....

Foi muito divertido!!!!






Pula coelhinho...

Realizamos a mesma atividade do post '
agora com Coelhos...

A mudança e a quebra de rotinas são difíceis para uma criança autista,
mas o João Vitor aceitou muito bem essa nova proposta... 
Fiquei muito feliz!!!

E além disso, ele falava "pula, pula, pula!!"""
Bem legal!!!!



segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

"C" de carrinho: Jogo Brincando com pista.... Preparados, atenção já!!!!!!

A proposta dessa atividade é reforçar
a relação que existe entre contar e quantidade...

Para tanto fiz vários carrinhos de EVA
e duas pistas enumeradas...
Uma enumerada de 01 a 07
e outra de 08 a 15...
Na minha humilde opinião,
é preferível que a atividade seja curta e agradável...
Na medida que a criança se interessar aumentamos o tamanho da pista...
Nessa semana, trabalhei apenas com a pista com 7 trechos em círculos...


A brincadeira é muito simples:
a pessoa lança o dado 
e anda a quantidade de casas correspondente..
Ganha aquele que chegar primeiro no final...


Mas esse material também pode ser usado para ensinar adição...
O carrinho está na casa n. 01,
a criança lançou o dado e caiu no dois,
em que trecho o carrinho vai parar...
A resolução desse probleminha fica assim:
1+2=3
Então o carrinho vai parar no trecho 3.

Para trabalhar subtração,
é o mesmo princípio...
O Carrinho está no trecho 7...
O dado marca 3...
Em que trecho ele vai parar?
7-3=4
Então o carrinho vai parar no trecho de n. 04.










domingo, 26 de janeiro de 2014

"B" de boneco: colagem com cabelo...

Yés!!! Conseguimos um pouquinho de cabelo de verdade
e resolvi propor essa atividade com o João Vitor...

Um dos objetivos das atividade realizadas em casa
é exatamente essa,
trabalhar com várias texturas,
e no rol de elementosa serem trabalhados
está o cabelo...

Então, mãos á obra!!!!
Num circulo feito de EVA, o João Vitor colou o cabelo...
Para fazer o olho, nariz e boca,
peguei na mão dele e fizemos juntos...
Depois fixei um palito de churrasco
para facilitar no manuseio do boneco...
E ficou assim... 
Como ele estava brincando que 
esse boneco era um bombeiro,
colamos o ´boné..



sábado, 25 de janeiro de 2014

Corrida das Cores...

Ideia retirada DAQUI

Num pedaço de papelão colei tiras de EVAs coloridas
e fiz a separação com fita adesiva colorida...

A brincadeira é muito simples...
Depositamos numa sacolinha pedacinhos de EVAs
correspondentes a cada pista ou a cada carrinho
e vamos sorteando a cor...

Uma vez sorteado, 
o carrinho que corresponde aquela cor
anda uma casinha...
Ganha quem chegar primeiro..



Postei essa brincadeira no BLOG CANTINHO DA TIA SANDRINHA
um blog voltado para professores de Escola Bíblica Dominical,
por isso a assinatura Tia Sandrinha.